A Man of No Fortune and with a Name to Come
Numa casa onde não há livros, onde a fome obriga a cavar fossos, onde os fossos mergulham no destino sem passado, presente ou futuro, os homens não podem dar-se ao luxo de pensar para lá dos bolsos. E com os bolsos rotos ninguém transporta areia, ninguém sobrevive ao azar, ninguém escapa à solidão. Há nesses bolsos rotos um turismo melancólico, uma certa forma de olhar o mundo à nossa volta.
0 comentário(s):
Enviar um comentário
Voltar à página principal