18.2.10

Lambiel


Com um obrigada, pela partilha, a José Bértolo.

13.2.10

Georges Braque


Figure. Atentos observadores, permiti que não lhe atribuamos uma data.

5.2.10

potência mediadora


Há para aí um questionário em linha que nos poderá remeter para um conhecimento ontológico - funcional e estético, se não quiserdes dissociar os critérios constitutivos - da nossa vida passada. Basta responder e inserir o número de telemóvel para nos ser enviado o resultado. Não inseri número coisíssima nenhuma, sob pena de doravante me extorquirem dinheiro do telefone a torto e direito. «Rainha, ama ou cortesã?» Entre outras perguntas, deve-se responder à de teor temporalista. Com que tempo nos identificamos mais ou menos? À excepção da centralidade política, desde sempre que sobre aquelas me sinto a actriz mediadora nascida em qualquer tempo. Porque a actriz, entre a mãe e a puta, é a fronteira que existe para revelar o espanto, a perplexidade, o estranhamento; a noção de uma pertença identitária que se dá por osmose de dois corpos que não sabem exactamente onde termina o papel da mãe e começa o da puta, ou, mais bem dito, onde termina o papel maternalício da puta e principia o papel mercenarista da mãe. Enfim, a mulher que se dá à cena no palco hipotético, felizmente maldito, das equações diferenciais.

[Imagem: Veronika (Françoise Lebrun). La maman et la putain, 1973, Realização: Jean Eustache]

apropriado

Primeiro, quando a conheceu, tentou "manter a formatação original", depois, como mais nada resultasse, esforçou-se por "corresponder à formatação de destino". No fim, só e desconjuntado, tudo o que queria era "manter apenas o texto".

Bruno. Cortar e colar. Avatares de um Desejo.

3.2.10

Mercedes Sosa


¿Qué cosa fuera, qué cosa fuera la maza sin cantera? Esta mulher portentosa morreu em outubro do ano passado (2009).